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quarta-feira, outubro 19, 2011

LAPA: O LUGAR MAIS DEMOCRÁTICO DO RIO

Lapa em 1925 - Arquivo da Prefeitura
UM POUCO DA HISTÓRIA DA LAPA  
É a mais antiga e a mais tradicional área de boemia da cidade. Tornou-se famosa, no início do século XX, por sua atmosfera de transgressão aos costumes e por seus "malandros", uma mistura curiosa de marginalidade, pobreza e samba.

Permaneceu isolada e despovoada até o século XVIII, principalmente porque abrigava a Lagoa do Boqueirão, local do atual Passeio Público, que a tornava a região mais insalubre da cidade. Mesmo assim, escassamente povoada, era o principal acesso para a Zona Sul do Rio de Janeiro, caminho para o Engenho D’El Rei, às margens da Lagoa Rodrigo de Freitas e, também, mais tarde, para a Igreja de Nossa Senhora da Glória do Outeiro. 

Esse caminho passava pelas margens da Lagoa do Boqueirão e pela Praia das Areias de Espanha, um pequeno areal entre a lagoa e os morros do Desterro, atual Santa Teresa, e das Mangueiras, arrasado. Foi a origem das Ruas do Passeio, da Lapa e Visconde de Maranguape. A região permitia também o acesso à região dos atuais bairros do Catumbi, Rio Comprido, São Cristóvão e Engenho Velho, na Zona Norte, através da atual Rua do Riachuelo, então Mata Cavalos, por ser um grande lameiro, consequência das enxurradas que desciam dos morros.

O aterro da Lagoa do Boqueirão, no século XVIII, determinou o início da ocupação mais intensa da área. Como parte deste processo, Gomes Freire de Andrade promoveu a construção dos Arcos da Lapa, imponente construção em pedra e argamassa, em estilo romano, a obra mais monumental do Rio de Janeiro durante a época colonial.

Em 1751, junto à Praia das Areais de Espanha, foi construída a Igreja de Nossa Senhora da Lapa do Desterro (foto acima) e, a seu lado, um seminário. As construções ficavam de costas para o mar e o largo em frente recebeu denominações diferentes, em função das instituições. [...] Mais tarde, passou a ser o Largo da Lapa, por causa da igreja.

Extraído do Guia Michelin do Rio de Janeiro (primeira edição)


Lapa - Caso seja o fotografo favor me avisar para os créditos


A LAPA DE ONTEM E DOS DIAS ATUAIS
A Lapa é uma região do Centro da cidade (não é considerado oficialmente um bairro por ter limites imprecisos e não oficiais) famosa por possui uma rica arquitetura centenária. Nos últimos anos, a região consolidou-se como o segundo maior destino de turistas estrangeiros na cidade, ficando atrás apenas de Copacabana. 

Após mais de três décadas de degradação, em 1970 diversas ações de revitalização começaram a ser efetuadas, como reformas e o tombamento de edificações históricas. Com a aprovação do Projeto do Corredor Cultural, em 1984, ficou determinado que, a partir de então, trechos inteiros da Cidade Maravilhosa seriam objetos de preservação, e não apenas monumentos históricos. 

Isso gerou as condições básicas e necessárias para a realização de ações visando à preservação paisagística e ambiental, entre elas: Quadra da Cultura na Lapa, criada para incentivar e valorizar manifestações culturais da área; Distrito Cultural da Lapa, a fim de destinar imóveis estaduais, não afetados ao uso comum do povo ou especial e alocados para atividades culturais e correlatas; e Eu Sou da Lapa, lançado no final de 2005 e que tem por fim resgatar a vocação residencial da região, proporcionando uma estrutura com mais segurança e iluminação. 

Graças a lugares como o Passeio Público, a Escola Nacional de Música e a Igreja de Nossa Senhora do Desterro da Lapa, referências para o turista que quer ver uma boa amostra da arquitetura do Rio antigo. Sem falar na Escadaria do Convento de Santa Teresa, obra do artista chileno Jorge Selarón, outro ponto marcante da região.

Residiram na Lapa: Machado de Assis (cujos imóveis foram tombados) e diversos de seus personagens, Carmem Miranda, Manuel Bandeira, Jorge Amado (em momento de sua vida), Péricles Maranhão (autor de "O amigo da onça"), Lamartine Babo, Orestes Barbosa, Villa-Lobos etc. 

Fundição Progresso por Claudio Lara
                                    
Outrora famosa por inspirar tipos como Madame Satã e os malandros cariocas que tanto habitaram as páginas literárias dos nossos autores, a Lapa é, hoje, ponto de referência absoluta para os amantes da vida noturna. Desde os anos 1950, quando começou a ser chamada de "Monte Martre (bairro boêmio da cidade de Paris) Carioca", a Lapa é palco de encontro intelectuais, artistas, políticos e, principalmente, do povo carioca, que ali se reúne para celebrar o samba, o forró, a música popular brasileira, o choro, a música eletrônica e o rock, entre outros ritmos.

Quantas ruas, regiões, você pode cruzar no mesmo dia com cantoras como Marisa Monte ou Fernanda Abreu, cantores como Djavan ou Bono Vox, (Este aproveitou para grava o clipe  Walk On   em vários pontos do Rio e da Lapa), bandas como O Rappa ou Paralamas do Sucesso, atores como o Marco Nanini, atrizes como a Fernanda Torres, jornalistas como o Willian Bonner, personalidades como ex-bbbs (risos) e políticos, todos pelo mesmo motivo que você? A energia da Lapa. 

Essas celebrações acontecem oficialmente em um dos diversos casarões da região(curiosamente muitos destes lugares durante o dia são antiquários e em noites especificas realizam Sarau de poesia), porém não é necessário entrar (e pagar) para se sentir parte da festa. A maior parte do público gostar mesmo é de circular pelas ruas, ladeiras da região, aproveitando o máximo de cada casarão. Porque tanto dentro como fora destes casarões a alegria é contagiante, tenha você condições de gastar 20, 50, 100 reais ou mais.

Parede do Circo Voador grafitada - Caso seja o fotografo favor me avisar
"A Lapa dá certo porque não é de ninguém. Não é da zona sul, não é da zona norte, nem do rico nem do pobre. O pit boy respeita o travesti, as patricinhas não implicam com os doidões. É um centro de convivência como raramente se vê no mundo" , resume Perfeito Fortuna, o agitador cultural à frente da Fundição Progresso e que trouxe para os pés dos Arcos da Lapa, em 1982, o Circo Voador, considerado a pedra fundamental da revitalização que há duas décadas transforma a região. 

Além dos casarões a Lapa tem opções de restaurantes como o Nova Capela, Manoel e Joaquim e Bar Brasil que oferecem uma ótima gastronomia. A região nasce no final da Zona Sul, quando a Rua da Glória torna-se a Rua da Lapa. Também faz limite com o bairro de Santa Teresa, com o Bairro de Fátima e com a Cinelândia (centro do rio onde existem outras opções culturais como o Teatro Municipal e CCBB)

Fontes: lapacriativa (Site do Sebrae RJ), wikipedia e Guia Michelin do Rio de Janeiro (primeira Edição)

Conheça Mais da História da Região:

segunda-feira, maio 07, 2007

Pedra do Sal - Pequena África no Rio


Pintura: Pedra do Sal em 1608 - Centro RJ Pertence: Acervo Espaço Cultural Pedra do Sol

A História da Pedra do Sal

A Pedra do Sal é um monumento histórico da cidade do Rio de Janeiro. Dali, os moradores da Saúde saudavam os navios que chegavam da Bahia com familiares e amigos. A Pedra do Sal era, para migrantes, o que é hoje o Cristo Redentor para os recém-chegados ao Rio: O primeiro abraço e o primeiro sentimento da cidade.

Ocorre que os moradores da Saúde, e seus migrantes eram predominantes negros baianos – retornados da guerra contra o Paraguai (1865/70), uns; em busca de melhores condições de vida, outros. A Saúde, debruçada sobre o Porto, era uma pequena Bahia (como a Bahia, por sua vez, era uma pequena África).

Lá se encontraram as celebres tias, cabeças de famílias extensas – Bibiana, Marcelina, Ciata, Bahiana... Pretas forras. Foi nas suas “pensões” que o batuque e o jongo se transformaram em partido alto e, logo, no amplo espaço da Praça XI, no samba que conhecemos.

Os pretos da Saúde, e suas tias, participaram dos principais eventos da cidade: Abolição (1888), Revolta da Armada (1891/93), as greves de 1903/05, a Revolta Contra a Chibata (1910), e outros. Participação amplamente documentada, embora subestimada pela historiografia conservadora.

Já não existe a Praça XI. Nada sobrou das “pensões” onde nasceu o samba. Boa parte da Saúde (e da Gamboa, da Conceição, Providência e do Estácio, que a prolongavam) se descaracterizou. Ficou como raro testemunho da cidade negra, a Pedra do Sal.



Foto: Pedra do Sal - Internet

A importância Cultural da Pedra do Sal

A Pedra do Sal é um monumento religioso do povo carioca. Na virada do século, a Saúde, como o velho centro do Rio, enxameava de templos afro-brasileiros; ialorixás, cambonos e alufás em cada quarteirão. Os templos católicos foram tombados e preservados. Nenhum afro-brasileiro o foi.

Na Pedra do Sal se faziam despachos e oferendas (a Obaluaie, Xangô, Ogum, Exu, Iansã e outros Orixás), se despejavam trabalhos. Era e é, local consagrado. À sua volta, convergindo nela, ficavam diversas “roças”, hoje desaparecidas, reduzidas ou transferidas para o subúrbio e Grande Rio.

Remanescendo como espaço ritual, a Pedra do Sal é um dos poucos testemunhos físicos daquele passado de densa religiosidade carioca. Também é um lugar místico para a cultura negra e para os amantes do samba e do choro.

A Pedra do Sal pode ser considerada como o núcleo simbólico da chamada "Pequena África" de que falamos acima. A região em torno da Pedra do Sal era repleta de zungus, casas coletivas ocupadas por negros escravos e forros.



Foto: Pedra do Sal - Claudio salgueiro


Foto: Pedra do Sal - Prefeitura do RJ

Berço do Samba Carioca

O ponto de encontro do ritmo carioca era um ambiente recheado de inspirações vivas de grupos de samba e ranchos de carnaval. O Samba nasceu efetivamente dos terreiros da cercania do porto sob contribuições decisivas das músicas que eram cantadas e, sobretudo, das reuniões ali promovidas.

Tendo a cidade sido durante muito tempo o foco das migrações internas do Brasil, o Samba beneficiou-se dessa fusão que absorveu durante anos características importantes das manifestações culturais trazidas pelos negros e daqueles nascidos em terras brasileiras como resultado das contribuições africanas, indígenas e portuguesas. Por isso a Saúde é reconhecida como berço da cultura popular carioca.

Dos moradores do lugar destacam-se Machado de Assis, um dos maiores escritores brasileiros, nascido no morro do Livramento e João da Baiana, compositor e percussionista carioca, introdutor do pandeiro no samba. Nas décadas de 20 e 30, os ranchos de carnaval atingiram o auge.

Ali se reuniam Donga, João da Baiana, Pixinguinha e Heitor dos Prazeres - precisa dizer mais? Fica a 100 metros do Largo de S. Francisco da Prainha, onde tocamos, virando ali na esquina do bar do sr. Adão. Na base, há um botequim, no Largo de João da Baiana. É uma pedra, com degraus escavados, por onde se pode subir para o Morro da Conceição, que é um passeio imperdível para qualquer carioca que se preze.

Deixaram de ser a manifestação popular da Pedra do Sal e passaram a fazer sucesso nas camadas mais altas da sociedade. Foram em bairros como Saúde, Gamboa e Santo Cristo, que também se originou e se definiu o botequim. O gênero surgiu a partir das antigas "boticas", pequenos armazéns de secos e molhados em que se encontrava de tudo.

Os cariocas costumavam passar pelas "botiquinhas" para completar as compras que faziam nas feiras, e aproveitavam para degustar alguns quitutes, acompanhados de um vinho. Sem ser restaurantes, essas casas, uma mistura de armazém e bar, criaram um estilo que sobrevive em todo o país, com alguns exemplares autênticos remanescentes dos velhos tempos.

É o caso do bar do Seu Domingos, de 1922, no Santo Cristo; do bar do seu Odilo, de 1910, na Saúde; ou, ainda, do próprio e tradicional Recanto da Pedra do Sal.

Embora situados a muito poucos minutos do burburinho da Praça Mauá e da Avenida Rio Branco, um dos maiores eixos de circulação do centro da cidade do Rio de Janeiro, os bairros da Saúde, Gamboa e Santo Cristo refletem, pela vida de sua população, uma significativa distância comportamental do restante da cidade, revelada em hábitos, padrões de comportamento e formas de uso do espaço público não mais encontrados no restante da cidade.

A imagem de calma e tranquilidade é transmitida pela permanência das festas coletivas, das cadeiras nas calçadas e das conversas nos fins de tarde.

Fontes: Sites - Circuitos do Rio, Centro da Cidade, wikipedia.org



Foto: Placa na Pedra do Sal - Internet

Vivenciando a noticia: Minha Infância na Pedra do Sal

Este local é muito especial na minha vida. Lembro-me que morava na Rua Sacadura Cabral que fica na esquina(a Rua sede da Cedae), estudava no colégio Municipal Vicente Lícinio Cardoso na Avenida Venezuela (em frente a antiga sede da LBV), adorava brincar neste local de escorregar em pé neste espaço entre das duas escadas e sentado com papelão. Engraçado como na imaginação de uma criança algo tão simples possa se torna tão emocionante não?

Fugia dos bate bolas (Clovis), jogava peteca, Peão, bola de gude e empinava pipa neste mesmo espaço. Quantas vezes eu não fugia de casa para brincar ali escondido...rsss O meu primeiro cão (O Santana) encontrei ali. Cachorro malandro que já tinha moradia, mas que não via mal algum em ter dois donos, duas casas, dois lugares para brincar e comer bem.

No inicio da adolescência alguns amassos em algumas meninas no canto direito logo na metade da escadaria no final da tarde ou inicio da noite...rssss Assistia a Roda de Samba ao menos uma vez ao Mês colado ao bar(de esquina a direita da foto), alguns artistas apareciam ali para gravar cenas de uma novela, comercias sempre foi natural devido a preservação das faixadas dos casarões históricos.

Quando eu queria ficar quieto na minha me deitava na pedra e admirava o céu, tentava desvendar os desenhos das nuvens, também conversava ou namorar enquanto admirava as estrelas. Posso dizer com certeza que aproveitei e bem a minha infância e o inicio da adolescência neste local tão histórico para o Rio.

Rogério Moraes


* Texto publicado originalmente em 27/03/2007 no extinto Rio que Amo 2 assim como os 7 primeiros comentários encontrado neste Haloscan

terça-feira, março 14, 2006

Belle Époque Carioca


Foto: Site Colombo - Vista 2ºAndar

Requinte e Tradição no Centro do Rio

A Centenária Confeitaria Colombo foi Fundada em 1894, na Rua Gonçalves Dias - Coração do Rio - Hoje faz parte do patrimônio histórico e artistico do Rio de Janeiro, e é ponto de referência no turismo da cidade.

Como um pedaço do passado que visita o presente, a Confeitaria Colombo é um exemplo típico da arquitetura art nouveau e da belle époque carioca.


Foto: Site Colombo

Tradicional ponto de encontro de artistas, intelectuais e políticos, seus luxuosos salões trazem de volta a mesma atmosfera de quando eram freqüentados por Olavo Bilac, Rui Barbosa, Chiquinha Gonzaga, Villa Lobos, Virginia Lane, Getúlio Vargas, entre outros.

Os gigantescos espelhos belgas, os mármores italianos e o mobiliário em jacarandá testemunharam mais de um século de história e trazem aos dias de hoje ares e aromas do século XIX.



Fotos: Site Colombo - Cardápio

O cardápio variado da Confeitaria Colombo inclui pratos tradicionais, produzidos pela casa desde sua fundação. Algumas receitas foram recuperadas e reintegradas ao menu. Além disso, a sofisticada seleção de pratos inclui novidades, tudo produzido com a mesma qualidade, característica da Colombo, e agradável aos mais diversos e exigentes paladares.

A Centenária Confeitaria Colombo tem suas dependências muitas vezes utilizadas em gravações de Novelas, Seriados e filmes. Hoje em dia também utilizada para promove festas, almoços e jantares comemorativos em seus salões e oferece seu serviço de buffet para realização de eventos em outros locais.


Foto: Site Colombo - Mesa Pronta

" Na Confeitaria Colombo é assim requinte, e tradição a qualquer hora do dia ou em ocasiões especiais de uma forma bem democratica para você fazer um lanche rapido, ou para organizar um belíssimo evento em um dos locais mais famosos do Centro do Rio" Rogério Moraes

Fonte / Maiores Informações: Site Confeitaria Colombo

quinta-feira, fevereiro 16, 2006

Novo Recomeço...


Foto: Autor Desconhecido


Encantos de uma Cidade Maravilhosa

Quem vem ao Rio tem a sua disposição várias opções para montar o seu Roteiro Turístico, lugares históricos como o Cristo Redentor, Pedra da Gávea, Bondinho do Pão de Açúcar, Quinta da Boa Vista, Floresta da Tijuca, Jardim Botânico, e andar de Bondinho pelas ruas históricas de Santa Tereza, Conhecer a Igreja da Candelária, Ilha de Paquetá, ou a Ilha Fiscal (talvez seja uma das poucas se não única ilha localizada a menos de 30 minutos de uma grande Metrolopes).

O Rio tem inúmeros lugares para que possamos admirar a história da cidade como o Teatro Municipal, Centro Cultural Banco do Brasil, Biblioteca Nacional, Museu de Arte Moderna, Teatro João Caetano, Centro cultural Light, da Marinha, da Telemar. Cinelandia, Praça XV, e o Centro do Rio com prédios que lembram e muito o Rio Antigo.


Qual é a maior Paixão do Carioca?

A maior paixão provavelmente é praia neste quesito podemos citar mais de 20 entre elas as mais famosas do Mundo Ipanema e Copacabana, ou apreciar o Por do Sol único nas Pedras do Arpoador.

O Carioca Amar Futebol... Então não podemos esquecer o estádio do Maracanã, e Conhecendo o Maracanã você não poderá deixar de assistir a uma partida entre um dos 4 Times grandes do Rio Além do Flamengo o mais amados do Brasil, Tem o Vasco, Fluminense, e Botafogo.


O Carioca adora uma festa!

Podemos afirma que o Rio é a Terra do Carnaval e do Funk, Mais também tem Charme (R&B), Bossa Nova, e MPB, entre outros... E entre tantos ritmos você pode escolher entre uma das baladas mais freqüentadas da Night Carioca. Duvidas?

Então ae vai... Arcos dos Teles, Arcos da Lapa, Hard Rock Café, Circo Voador, Fundição Progresso, Rio-Sampa, Via Show, Olimpo, Baile Charme do Viaduto de Madureira, Armazém 5 -Píer Mauá, entre outros...


Qual é a maior riqueza de uma cidade?

O Carioca em sim é a maior riqueza que nossa cidade, pois é do trabalho e da paixão deste povo que nasce o progresso. Lamento apenas que como no resto do Brasil temos Políticos poucos interessados em cuidar da cidade durante todo o mandato e sim somente em época de eleição.

Triste também que nossos trabalhadores não são bem remunerados, e que devido a isso somado ao desemprego, ao estudo precario, e a toda burocracia que dificulta a realização de um sonho de pequenos empresários, e do povão o crecimento da igualdade social.

Devemos cuidar bem de nossa cidade, pois esse é o maior presente que poderemos conceder para as próximas gerações assim nossa cidade continuara tendo e com louvor o titulo de Cidade Maravilhosa.

Rogério Moraes


Aos Amigos,

Agradeço aos amigos que no meu 1º Blog AOL no link "Os Melhores Blogs"(Antes do fim da AOL no Brasil que ocorrera em 17/03/06) sempre marcaram presença e deram valor a tudo nele publicado ao dividir com todos suas opiniões sobre todos os temas abordados.

Desejo que Deus me permita continua tendo a amizade de vocês, e que este blog consiga ter o mesmo sucesso de seu antecessor que ainda hoje é motivo de muita alegria para mim. Não por acaso me animei a voltar a escrever por aqui da mesma forma como postava lá de 2 a 3 vezes na semana, e assim será.

Obrigado por tudo, Rogério Moraes