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segunda-feira, dezembro 07, 2009

17 ANOS DEPOIS O HEXA É DO MENGÃO

Origem da Foto: maisfla.com


Foram necessários 17 anos até o Flamengo chegar a este momento novamente, Mas não poderia ter sido em melhor momento para o Rio de Janeiro. Em um ano em que o Rio comemora a conquista das Olimpíadas em 2016, sabendo que teremos a Copa do Mundo de 2014.

Ano esse inesquecível para todos os times do Rio, Vasco Campeão da série B retornando a Série A do Brasileirão, Fluminense escapando do rebaixamento na garra em uma arrancada de 11 jogos vitoriosos, O Botafogo mantendo a Estrela solitária viva na primeira divisão do campeonato Brasileiro em 2010.

O que dizer do Flamengo? Com a imprensa Carioca, Críticos e até parte da própria torcida desacreditando no time neste brasileirão, ficava realmente difícil de imaginar o que aconteceria. Só a torcida do Mengão (em sua maioria) manteve a fé.

O título começou a se concretizar com o retorno do Petkovic. E pensar que ele retornou por desejo próprio, como forma de esquece a divida que o clube tinha com ele, ainda enfrentou desconfianças e reações negativas, como a do vice de futebol Kleber Leite que chegou a declarar que só aceitaria o Pet no Flamengo em uma partida Oficial de despedida.                                       
                                                              
Petkovic voltou e com ele o crescimento do Flamengo no Brasileirão, Adriano voltou a jogar bola no Flamengo seu time do coração e deu um show disputando a artilharia do Brasileirão.


























ELE É O CARA
Se existe alguém que tornou o HEXA possível na Gávea esse ano, essa pessoa foi o Sr. Jorge Luís Andrade da Silva, o ex-jogador do Flamengo Andrade . Imagine trabalhar em um time durante mais de uma década, ser Penta Campeão por este time como jogador e assistente técnico, entrar ganhando menos da metade como técnico interino, ouvir o tempo todo que ele não ficaria mais do que 2 ou 3 jogos dirigindo o time, lidar com o preconceito racial já que é o primeiro técnico negro do brasil, ter que colocar o time logo no eixo tendo a pressão da maior torcida do brasil e com tudo isso vencer, vencer, vencer.

Andrade quase não falava, pé no chão não desmerecia os outros times nem exaltava de forma exagerada sua equipe, só fazia a sua parte. Foi assim com o pé no chão, muito trabalho, raça e amor no coração que as vitórias aconteceram e a alegria voltou a Gávea.





FIFA RECONHECE O HEXA
Existe coisa melhor do que ser Hexa Campeão Brasileiro reconhecido pela maior entidade do Futebol Mundial? Pois a Fifa noticiou em seu site o hexacampeonato brasileiro do Flamengo, diante de 85 mil Rubro-Negros. 

Falava-se muito que o Grêmio entregaria a vitória mas o placar apertado não demonstrou isso, 2 a 1 sofrido tenso. A entidade máxima do futebol mundial usou material de agências internacionais para falar sobre o clássico e o Campeonato Brasileiro. Entretanto, no texto em português ela omitiu o número de títulos do Rubro-Negro carioca.

Declarações no Site da Fifa
"Com 270 partidas, essa foi a edição mais emocionante de todos os Brasileiros desde que passou a ser jogada por contos corridos, há sete anos".

"O Fla, que havia chegado à ponta da tabela na penúltima rodada, conquistou a competição com 67 pontos ganhos, deixando para trás seus rivais imediatos, o Internacional, de Porto Alegre, o São Paulo e o Palmeiras, que o perseguiam com chances de conseguir o título".

"O Imperador, de 27 anos, coroou um ano vitorioso de 2009, em que voltou ao Brasil após abandonar o Inter de Milão, superou uma depressão por problemas pessoais e ainda se tornou o goleador da competição - diz o site, que cita também o gol da vitória de Ronaldo Angelim, em "linda cabeçada".

"Outro dos principais personagens da reconhecida vitória dos rubro-negros foi o treinador Jorge Luis Andrade da Silva, que aos 52 anos se tornou o primeiro técnico negro a conquistar um título nacional".

FUNK DO HEXA CAMPEÃO

Parabéns Nação Rubro-Negra!
Parabéns aos times do Rio que juntos (literalmente) comemoram as conquistas de seus objetivos em 2009!

sábado, dezembro 05, 2009

Ser Flamengo...


Texto: Artur da Távola

Vamos ser HEXA Mengão!

domingo, novembro 23, 2008

SEM LIMITES PRA VOAR


Foto: Site Ego por Marcos Serra Lima

Ex BBBs: Fernando Mesquita e Thati Bione na Pedra Bonita

30 anos de Vôo Livre nos céus do Rio de Janeiro

Quem nunca sonhou em voar? A sensação de liberdade é indescritível.... Voar de Asa Delta é de certa maneira, como se nos tornassemos passaros, nossos braços são como asas abertas em pleno ar, é exatamente o que a foto acima (Tirada na rampa da Pedra Bonita) representa, foi encontrada por acaso em uma pesquisa que realizei no google atras de uma imagem que por si resumisse o titulo do post e acredito que o fotografo foi muito feliz na concepção desta imagem. A sensação é exatamente essa! braços abertos e perna pro ar.

Já se imaginou assim sobrevoando a orla do Rio de Janeiro ? Acredito seriamente que um vôo pela orla do Rio reserva emoções que jamais serão apagadas de sua mente e muito menos de seu coração. (ao contrário de fotos ou vídeos que se perdem com o tempo)

É nescessário ter a conciência que um Vôo solo de Asa Delta requer aptidões físicas e intelectuais, por exigir muito do atleta, não é qualquer um que pode encarar esse vôo. É importante que o atleta tenha um grande domínio das técnicas assim como de seu corpo.

O respeito à natureza é fator essencial para o praticante de qualquer esporte, e para a asa delta não é diferente. Cuide sempre da natureza, você depende dela para viver. A imprudência é a maior causadora de acidentes. Seja sempre responsável e não queira ultrapassar seus limites.


Foto: Autor desconhecido Local: Pedra Bonita em São Conrado

COMO TUDO COMEÇOU

Essa história tem ínicio em Julho de 1974 com um vôo do alto do Corcovado no Rio de Janeiro, por um piloto francês, despertando assim o interesse de muitas pessoas em voar. Nesta ocasião dois amigos mais entusiasmados, conseguiram encontrar o tal francês e iniciaram um curso para aprender a voar.

Na busca de um morro (Local ideal para iniciar as aulas) chegaram até o amigo Luiz Cláudio, que tinha um terreno que era o ideal para as necessidades. Não durou muito pois eles desistiram do curso, porém, pouco tempo depois, Luiz Cláudio, que havia entrado por acaso na história, resolveu se tornar o primeiro piloto Brasileiro de vôo livre.

Fato este ocorrido no dia 7 de Setembro de 1974 do topo da Pedra da Agulhinha em São Conrado. Devido a dificuldade de acesso poucas semanas depois fez com que Luis Cláudio procurasse outra rampa, no pé da pedra Bonita.

Em Novembro de 1975, o número de pilotos já era mais de uma dezena o que era um numero expressivo, resolveram então realizar o 1º campeonato Brasileiro de Vôo Livre. Como a popularização dos vôos era crescente foi necessário abrir uma outra rampa. Desta vez a rampa foi construída no final da estrada aberta pelo arquiteto Sérgio Bernardes no morro que dá acesso à Pedra Bonita.

Inicialmente Sérgio queria aproveitar a estrada para construir uma casa no meio da floresta, mas por sorte dos voadores, a obra fora embargada pelo IBDF. Em Dezembro de 75, foi fundada então a ABVL (Associação Brasileira de Vôo Livre) para controlar o acesso à rampa de Vôo Livre, que acabou sendo definitivamente cedida aos pilotos e é utilizada até hoje.

Hoje em dia temos uma posição de destaque no cenário mundial, já que conquistamos um campeonato mundial individual, com Pepê Lopes em 1982 no Japão; um vice-campeonato mundial individual e por equipes em 1991 no Brasil e, em 1999 o Brasil conquistou o campeonato mundial por equipes na Itália. Com o surgimento do parapente, o Vôo Livre se dividiu em 2 categorias: Asa Delta e Parapente ou Paragliding como também é conhecido.



Video por: nadercouri
Titulo do Video: Cristo Redentor - Wing's a Rio de Janeiro Dream (Trailer)

VÔO DUPLO

Ao contrário do que muita gente pensa, para se realizar o vôo duplo de asa delta, não é necessário nenhuma experiência. Apenas vontade e muita coragem. O vôo é realizado em um equipamento especial, específico para vôo duplo. A asa para vôo duplo, têm uma área vélica bem maior do que as asas para vôo solo.

A seqüência do vôo é a seguinte: primeiro passageiro e piloto treinam a corrida no plano, sem a asa. Na hora da decolagem, piloto e passageiro ficam lado a lado e iniciam a corrida. Essa é a hora fundamental. O passageiro jamais poderá parar de correr, senão o piloto terá que arrastá-lo, situação que as vezes é difícil.

Após o final da rampa, ambos assumem naturalmente a posição de vôo, que é deitada. O piloto fica um pouco mais baixo do que o passageiro para facilitar o comando da asa. Uma vez em vôo, o piloto poderá até passar um pouco o comando da asa para o passageiro poder experimentar a sensação de comandar o "brinquedo".

Geralmente os pilotos adaptam uma câmera na asa para registrar o passageiro em pleno vôo. O tempo do vôo varia muito de acordo com a condição (geralmente entre 10 e 30 min), porém pra quem está voando a primeira vez, isso é indiferente pois todos os momentos são fantásticos e o tempo passa à ser subjetivo.

Os melhores locais para a prática são as regiões de clima seco, onde o atleta poderá aproveitar melhor as térmicas (massas de ar). As cidades litorâneas com montanhas também são boas para a prática.Os locais mais conhecidos para a prática da asa delta são: São Paulo, Governador Valadares, Brasília, Andradas e Quixadá e no Rio de Janeiro, Onde durante o vôo você poderá observar a Pedra da Gávea, o morro Dois Irmãos, o Corcovado, e terá uma visão panorâmica do Parque Nacional da Floresta da Tijuca, simplesmente a maior floresta urbana do mundo.

Quando vem se aproximando a hora do pouso, o piloto libera a perna do passageiro do equipamento para que ele fique novamente de pé, junto com o piloto. Ao chegar no solo, o piloto dá o "stol" final na asa, parando-a. Em alguns casos é necessário dar uma pequena corrida para acompanhar a asa.

Muito se discute sobre a idade mínima para iniciar no esporte, porém o mais comum é que a idade estipulada seja de 18 anos segundo a ABVL (Associação Brasileira de Vôo Livre) e 16 anos para o Parapente Segundo a ABP (Associação Brasileira de Parapente). Além disso, o atleta tem que ter grande coragem e força de vontade.

A Asa Delta pode ser praticada de duas maneiras. A primeira é tradicional, na qual você poderá saltar de uma montanha que possua uma encosta. Já na segunda a asa poderá ser puxada por um reboque.

O equipamento básico da asa delta consiste em algumas partes fundamentais que não devem pesar mais que 15 kg. São elas: asa delta, cinto de vôo, pára-quedas de emergência, capacete e 2 mosquetões.O preço do equipamento é alto para os padrões brasileiros. Existem equipamentos já usados, mas nem sempre é a melhor saída. Se você tiver condições o ideal mesmo é investir e um bom equipamento.


Foto: Mariah Escossia

Regras Básicas para se voar duplo são as seguintes:

1. NUNCA parar de correr no meio da rampa

2. NUNCA tocar no trapézio (triângulo de comando da asa) a não ser que o piloto permita.

3. Use roupas normais, mas não esqueça de usar tênis, pois facilita a corrida.

4. Não esqueça também de levar máquina fotográfica e/ou câmera de vídeo.

5. Aproveite todos os momentos do vôo. Eles serão fantásticos.


Maiores Informações clique nos links Abaixo

Regras Completas para prática de Vôo Livre
ABVL (Associação Brasileira de Vôo Livre)

Regras Completas para prática de Parapente
ABP (Associação Brasileira de Parapente)

Para fazer um vôo duplo, entre em contato com instrutores em uma das escolas pelo pais.

Fontes: Sites 360 Graus (Terra), O Radical (UOL), ABVL e ABP

segunda-feira, maio 07, 2007

FLAMENGO É CAMPEÃO CARIOCA 2007


Foto: Jogadores do Flamengo comemoram o título estadual

FLAMENGO CONQUISTA 29º TITULO NA RAÇA

Foi uma final de deixar qualquer torcedor com os nervos à flor da pele. Depois de um empate em 2 a 2 no tempo regulamentar - com os quatro gols no segundo tempo - o Flamengo bateu o Botafogo por 4 a 2 nos pênaltis e se sagrou campeão estadual.

O goleiro Bruno pegou as cobranças de Lucio Flavio e Juninho e fez a diferença. Renato, Roni, Juan e Leo Moura bateram bem e marcaram para o Fla (assista à disputa de penalidades no vídeo ao lado).

Dois detalhes curiosos marcaram a decisão deste domingo no Maracanã: esta foi a primeira vez que a final do Campeonato Carioca acabou nos pênaltis, e o time rubro-negro conquistou o título sem vencer um clássico sequer.

"Graças ao Bruno, o melhor goleiro do Brasil, somos campeões" disse Roni na comemoração, ainda no gramado.

O 29º título do Campeonato Carioca traz um pouco de alívio ao clube rubro-negro, após uma semana tensa em função da derrota por 3 a 0 para o Defensor, no Uruguai, pelas oitavas-de-final da Libertadores. Agora, com a auto-estima recuperada, o time volta a campo contra os uruguaios na quarta-feira, precisando vencer por quatro gols de diferença para se classificar.


Foto: Corrente na disputa de pênaltis no Maracanã

Primeiro tempo sem emoção

O Flamengo teve a sua melhor e única chance na etapa incial antes do primeiro minuto. Renato escorou de cabeça a bola levantada por Renato Augusto no escanteio e levou perigo à meta alvinegra.Só que o Botafogo não demorou a tomar as rédeas da partida. Mais organizado no meio-campo, o time tocava bem a bola e praticamente não permitia que o Rubro-negro se aproximasse da área. Mas o domínio territorial não se convertia em chances muito claras de gol.

Aos 14, Irineu cometeu sua terceira falta em Dodô e foi advertido com o cartão amarelo. Na cobrança, Luciano Almeida chutou forte e assustou o goleiro Bruno. O Flamengo tinha dificuldades para sair da defesa para o ataque e apelava para os chutões. O Botafogo valorizava a posse de bola e tentava envolver a defesa rubro-negra. Aos 24, a melhor chance da primeira etapa: Zé Roberto recebeu de Dodô pela esquerda e chutou para boa defesa de Bruno. Daí até o apito final, as duas equipes praticamente não chegaram ao ataque. As emoções estavam reservadas para o segundo tempo.


Foto: Bruno brilha nos pênaltis e leva o Flamengo ao título

Três gols em 15 minutos

No intervalo, o técnico Cuca decidiu não descer com os jogadores para o vestiário. O time alvinegro descansou e ouviu as instruções do seu treinador no banco de reservas mesmo. No Flamengo, Ney Franco optou pela entrada do contestado Claiton no lugar de Jaílton, que já tinha cartão amarelo.

E foi depois de uma bola recuperada pelo volante, no lado direito da defesa rubro-negra, que o Flamengo abriu o placar. Juan recebeu do outro lado do campo, ganhou de Joílson, levantou a cabeça e cruzou na medida para Souza botar para dentro: 1 a 0, aos sete minutos.

Ironicamente, o Botafogo empatou a partida após uma falta desnecessária de Claiton em Jorge Henrique no lado direito do ataque alvinegro. Lucio Flavio levantou na área, Irineu não alcançou, e Juninho cabeceou no canto esquerdo de Bruno: 1 a 1.

O Fla teve a chance de desempatar logo em seguida, mas Roni errou o lançamento, com a defesa adversária completamente exposta. O castigo foi imediato.

Num contra-ataque muito bem armado, Jorge Henrique deu lindo passe para Dodô, que encobriu Bruno, com categoria.

O Flamengo sentiu a virada, e o Botafogo passou a mandar no jogo. Dodô e Joílson tiveram ótimas chances de fazer o terceiro, mas desperdiçaram. E quando o Rubro-negro parecia entregue, Renato Augusto arriscou de longe e fez o que não conseguia há tempo: acertou o ângulo e empatou o duelo.


Foto: Torcida do Flamengo comemora vitória


Assista os Videos a seguir

Melhores Momentos

Pênaltis



FLAMENGO 2 (4) X (2) 2 BOTAFOGO

Flamengo: Bruno , Leo Moura, Ronaldo Angelim, Irineu, Juan, Paulinho, Jaílton, (Claiton), Renato, Renato Augusto, Roni, Souza, T: Ney Franco

Botafogo: Max, Joílson, Alex, Juninho, Luciano Almeida, Leandro Guerreiro, Túlio, Lucio Flavio, Zé Roberto (André Lima), Jorge Henrique, Dodô, T: Cuca

Gols: Souza, aos 7; Juninho, aos 11, Dodô, aos 15, Renato Augusto, aos 27 minutos do segundo tempo

Cartões amarelos: Irineu, Jaílton, Ronaldo Angelim (FLA); Túlio, Luciano Almeida, Dodô (BOT)

Cartão vermelho:
Dodô (BOT)

Árbitro: Djalma Beltrami

Auxiliares: Hilton Moutinho Rodrigues e Dibert Pedrosa Moises

Data: 06/05/2007

Estádio: Maracanã, no Rio de Janeiro (RJ)

Público:
63.614

Renda: R$ 1.677.630,00

Reprodução na Integra do texto: Site Globo.com/globoesporte
Videos: Globo.com - Fotos: Uol

Red Bull Air Race fascina 1 milhão de pessoas na Enseada de Botafogo


Foto: Divulgação - Vôo de reconhecimento

1ª Edição do Red Bull Air Race conquista o Rio

A segunda etapa do Air Race, série mundial de corrida de aviões, no Rio de Janeiro, atraiu uma multidão à Praia de Botafogo e ao Aterro do Flamengo (Zona Sul do Rio) no feriado dedicado a Tiradentes. Segundo estimativa oficial da Polícia Militar do Rio, 1 milhão de pessoas assistiram ao evento.Um helicóptero apresentou o circuito de duas voltas ao público.

As acrobacias e a velocidade das aeronaves --que ultrapassam os 350 km/h-- foram vistas em quatro telões espalhados pela enseada. Pessoas assistiram ao evento na praia, dentro do mar e das janelas dos prédios.

A manobra que mais empolgou a platéia foi a "meia-cubana", um looping em que o avião chega ao ponto mais alto no trajeto e, em seguida, giro em torno do próprio eixo.

Ocorreram problemas em relação ao trânsito já que o grande fluxo de pessoas superou as expectativas, as ruas próximas à enseada de Botafogo acabaram bloqueadas pelo excesso de carros, o que gerou um nó no tráfego, com reflexos na Barra da Tijuca (Zona Oeste do Rio), Ponte Rio-Niterói e em parte da Zona Norte da cidade.

Um grande movimento de pessoas foi registrado também no metrô do Rio, muito acima do normal para um feriado. O evento foi transmitido ao vivo pelo canal de esportes da tv a cabo SporTV para todo o Brasil.



Foto: Divulgação - Apresentação do Espanhol Alejandro Maclean

O inglês Paul Bonhomme foi o grande campeão da etapa carioca da Air Race. Ele venceu o espanhol Alejandro Maclean na final com o tempo de 1m32s45, contra 1m36s53 do rival.

Foi um fim de semana perfeito para o piloto, que voou sempre mais rápido que os adversários em todas as fases da competição, desde a prova de classificação, passando pela eliminatória que definiu os oito finalistas, até os enfrentamentos piloto contra piloto.

Na primeira semifinal, Bonhomme fez o ótimo tempo de 1m31s30 e eliminou o americano Mike Mangold que marcou 1m36s54. A segunda vaga para a final foi disputada entre os surpreendentes Alejandro Maclean e o austríaco Hannes Arch - em sua segunda corrida na categoria - que eliminaram os favoritos Peter Besenyei e Kirby Chambliss.

O espanhol levou a melhor com uma diferença de menos de meio segundo - 1m41s28 contra 1m41s63.Bonhomme foi o primeiro a subir aos céus e passou pelo circuito com extrema velocidade.

O piloto mais uma vez manteve seu tempo na casa de um minuto e meio. Mesmo conseguindo sua melhor marca na final, o espanhol não conseguiu superar o inglês, que dominou totalmente a etapa carioca.A disputa pelo terceiro lugar, Mike Mangold superou Hannes Arch com boa diferença.

O norte-americano cravou 1m34s75, e que o austríaco completou o circuito em 1m41s14 Com a vitória no Rio de Janeiro, Bonhomme assumiu a liderança da temporada, com 10 pontos ganhos. Mangold continua na segunda posição na tabela, com nove.


Foto: Divulgação - Público de 1 Milhão prestigia evento inédito na América Latina

Confira o resultado final da etapa do Rio :

1) Paul Bonhomme
2) Alejandro Maclean
3) Mike Mangold
4) Hannes Arch
5) Peter Besenyei
6) Kirby Chambliss
7) Nigel Lamb

Fontes: Folha on Line, Terra, Uol, globo.com e Site redbullairrace.com


RED BULL AIR RACE - VEJA COMO FOI O EVENTO


Red Bull Air Race Rio - Praia de Botafogo - 21/04/2007

Filmado no Mirante do Pasmado desde às 9:30h. Campeão: o britânico Paul Bonhomme, que completou o circuito de 1,4 km em apenas 1 minuto, 32 segundos e 45 décimos. Bonhomme fez a final com o espanhol Alejando Maclean, que perdeu com o tempo de 1 minuto, 36 segundos e 53 décimos.

Depois da bateria final, alguns pilotos da competição aproveitavam a liberação do espaço aéreo sobre a baía de Guanabara para fazerem seus últimos espetáculos acrobáticos no Brasil. O RedBull Air Race Rio reuniu 13 pilotos, que disputaram quem percorria os 1,4 km do circuito em menos tempo.

Vídeo e Texto - You Tube: por Bruno Waddington


* Texto publicado originalmente em 22/04/2007 no extinto Rio que Amo 2 assim como nos 7 primeiros comentários encontrado neste Haloscan

domingo, maio 06, 2007

Mengão goleia e é campeão da Taça Guanabara


Fotos: Uol - Jogadores comemoram o 17º titulo da Taça Guanabara

A Nação Rubro-negra é pura alegria

Nesta quarta-feira, o time voltou a jogar como grande, marcou 4 a 1 no Madureira e fez o Maracanã virar uma festa. E foi bem mais fácil do que qualquer rubro-negro poderia imaginar. Com 13 minutos, o Flamengo já havia feito 3 a 1 no Madureira, e a torcida cantava feliz no Maracanã. Cantou até o fim do jogo e soltou de vez o grito de campeão com o quarto gol, de Renato, aos 37 do segundo tempo.

O que tinha tudo para ser uma partida dramática virou festa em menos de dois minutos. Leo Moura cruzou, e Souza cabeceou para abrir o marcador... O Madureira ainda empatou logo em seguida, com Leo Fortunato aproveitando uma falha de Claiton. Mas, aos oito, Souza marcou mais um de novo de cabeça, e deixou o Mengão mais perto do título.

A avalanche de gols no início da partida não foi à toa. O Flamengo que entrou em campo para a decisão nada tinha a ver com o que dormiu no Maracanã no domingo. Souza parecia querer acabar de vez com o fantasma de Obina, e Renato mostrava a raça que fez dele um ídolo da torcida.

E Renato Augusto? Depois de uma seqüência de atuações apáticas, voltou a fazer diferença. Seu gol foi um lance de raça e de sorte. Arrancou na área, fez uma tabela involuntária com dois zagueiros do Madureira, e a bola sobrou limpa para o terceiro gol.

Logo no começo do segundo tempo, Roni mandou na trave a chance de fazer o quarto gol. O Flamengo ia perdendo gols, mas deixava pouco espaço para o Madureira fazer o segundo, o que levaria a decisão para os pênaltis. Juan também perdeu um, mas a torcida nem deu sinal de desespero.

A festa ficou completa aos 37. Renato cobrou com perfeição o pênalti sofrido por Claiton. Flamengo campeão! Elias Duba, cartola do Madureira que nos últimos dias disse que era um discípulo de Eurico Miranda, sentiu na pele ontem o que o vascaíno se acostumou a sentir: foi vice do Flamengo.

Agora, são 17 títulos do Flamengo contra 11 do Vasco, 8 do Fluminense e 4 do Botafogo. Números que deixam bem claro quem é que manda no futebol do Rio.

Assista: MELHORES MOMENTOS


Foto: Uol - Souza Vibra com o 1º gol e beija o mantro sagrado

Estrela de Souza brilha em finais

- Depois que marquei aquele gol tive certeza que sairíamos do Maracanã com o título. Ganhamos mais moral para continuar jogando para cima do adversário.

- Nem o gol de empate deles, marcado logo depois, foi capaz de nos abalar - ressaltou o jogador, que fez questão de dedicar a boa atuação diante do Tricolor Suburbano.

- Essa vitória é para a minha mãe e para a minha esposa, que sempre estiveram ao meu lado em qualquer situação. Elas são as pessoas mais importantes do Flamengo se impõe ao Madureira e conquista o título da Taça Guanabara a minha vida.


Qual será a resposta da torcida do Vasco?

Romário não resistiu e foi ao Maracanã assistir à decisão da Taça Guanabara entre o Flamengo, seu ex-clube, e o Madureira. Os torcedores rubro-negros o descobriram no camarote da empresa do presidente do Fluminense, Roberto Horcades, e festejaram sua presença: "Uh, uh, uh... Romário é urubu".

Mas é, no mínimo, estranho para a torcida do Vasco ver o Baixinho no Maracanã no momento em que o maior rival e, ultimamente, algoz comemora mais um título.




Fotos: Terra - Torcida do Mengão Faz a Festa

Assista: A Festa da Torcida do Flamengo no Maracanã

Flamengo 4 x 1 Madureira

Local: Estádio do Maracanã
Público: 57.508 torcedores
Árbitro: Marcelo de Lima Henrique, auxiliado por Marcos Tadeu Peniche Nunes e Jorge Luis Campos Roxo
Cartões amarelos: Claiton (Flamengo); Maicon, Josimar e Djair (Madureira)
Cartões vermelhos: 00

Gols: Souza (Flamengo), a um, Léo Fortunato (Madureira), aos três, Souza (Flamengo), aos oito, e Renato Augusto (Flamengo), aos 13 minutos do primeiro tempo; Renato (Flamengo), aos 37 minutos do segundo tempo.

Madureira: Everton; Claudemir, Odvan, Léo Fortunato e Amarildo; André Paulino, Djair, Zé Augusto e Maicon; Fábio Júnior (Assumpção) e Neto (Josimar). Técnico: Alfredo Sampaio.

Flamengo: Bruno; Leonardo Moura, Ronaldo Angelim, Irineu e Juan; Paulinho, Claiton, Renato e Renato Augusto; Roni e Souza. Técnico: Ney Franco.

Fontes: globo.com/globoesporte , Terra, Uol



PARABÉNS NAÇÃO RUBRO NEGRA !!! A FESTA É NOSSA!!!

* Texto publicado originalmente em 08/03/2007 no extinto Rio que Amo 2 assim como o primeiro comentário encontrado neste Haloscan.

quinta-feira, julho 27, 2006

A Maior Torcida do Brasil Canta: "Vice de Novo"


Foto: uol

O Flamengo é Bi-Campeão da Copa do Brasil

Com uma nova vitória sobre o Vasco, 1 a 0, o time rubro-negro ainda conseguiu quebrar um longo jejum em torneios nacionais, garantiu presença mais uma vez na Copa Libertadores e ainda ampliou para cinco os triunfos sobre o rival vascaíno em decisões.

Como já havia vencido o primeiro jogo por 2 a 0, o Fla entrou mais tranqüilo no Maracanã e soube explorar o nervosismo do Vasco, que perdeu o centroavante Valdir Papel expulso logo aos 16min do primeiro tempo. Consciente, o time dirigido por Ney Franco tocou bem a bola, marcou seu gol - com Juan - e voltou a ser campeão nacional depois de 14 anos.

O último título havia sido o Brasileiro de 1992. De lá para cá, foram três finais de Copa do Brasil - 1997, 2003 e 2004 - e três vices-campeonato. O clube ainda conquistou a Copa dos Campeões de 2001, torneio que o credenciou a Libertadores de 2002, mas a competição, que não existe mais, era curta e sem tradição no país.



Foto: O Dia

A conquista do Bi-Campeonato da Copa do Brasil - 1º Tempo

Foi um primeiro tempo entre um time extremamente nervoso - Vasco - e um tranqüilo, o Flamengo. Logo no primeiro minuto, bobeira da defesa do Vasco e Renato Augusto recebeu livre na área. Mas chutou fraco facilitando a defesa do goleiro Cássio. Jogando de preto e precisando vencer, o Vasco só conseguiu dar o primeiro chute a gol aos 14 minutos. Falta de longe cobrada por Andrade. Mas a bola parou no meio do caminho batendo nas costas de Edílson.

Outra prova do nervosismo do time do Vasco foi à atitude do atacante vascaíno Valdir Papel opção do técnico Renato Gaúcho no lugar de Valdiram que aos 3 minutos recebeu cartão amarelo. Depois, aos 17min, deu um carrinho desnecessário em Leonardo Moura e foi expulso de campo.

O fato irritou muito o técnico Renato Gaúcho, que empurrou o atacante e o xingou muito na saída de campo: "Sai daqui, vai embora p.". Descontrolado, o treinador não deve ter visto Morais quase marcar em belo chute de primeira da entrada da área, que Diego espalmou aos 18min.

Imediatamente, Ney Franco mexeu na equipe do Flamengo e a tornou mais ofensiva, tirando Toró - que já tinha cartão amarelo - e colocando o atacante Obina. Em seu primeiro lance, aos 24min, Obina invadiu a área e chutou cruzado, mas Fábio Braz se esticou e evitou o gol.

Três minutos depois, explosão na arquibancada. Leonardo Moura arriscou da entrada da área, a bola bateu na zaga e sobrou para Juan encher o pé e abrir o placar para o Flamengo. O gol fez com que Renato Gaúcho colocasse o time mais à frente, tirando Ramón e colocando Valdiram.

"Fazer gol é sempre importante, ainda mais em uma final contra o Vasco da Gama. Não dá nem pra explicar a sensação", vibrou Juan.

Com 35minutos de jogo do 1º tempo já era possível ouvir os gritos de "olé" da torcida do Flamengo, em êxtase no Maracanã. Já na beira do gramado Renato Gaúcho desesperado mexeu no Vasco e tirando Ramon, no lugar do atacante Valdiram, que fora barrado durante a semana para a entrada de Valdir Papel.



Foto: O Dia

A Conquista do Bi-Campeonato da Copa do Brasil - 2º tempo

Antes de a bola rolar para o segundo tempo, Luizão, no centro do gramado, pediu o canto da torcida rubro-negra. Nem precisava. Empolgados com a proximidade do título, os torcedores não pararam de cantar, enquanto à direita das cabines de tv e rádio os vascaínos estavam quietos, mas na esperança de um "milagre".

O Vasco lutou, mas foi pouco para superar o bem armado Flamengo e que quase ampliou aos Aos 10 minutos, com Obina disparando pela esquerda tentando o cruzamento, que acabou direto para o gol, assustando o goleiro Cássio. Aos 15min, quando Jônatas driblou Ygor e Jorge Luiz e parou nas mãos de Cássio, que evitou um golaço.

Atraindo o Vasco para seu campo, o Flamengo conseguiu bons contra-ataques e, aos 21min, Luizão recebeu sozinho na entrada da área, mas o chute bateu na trave direita do Vasco.Aos 31min, foi à vez do uruguaio Peralta entrar em campo no lugar de Renato Augusto no Flamengo.

A essa altura, o jogo era mera "formalidade", com Flamengo segurando o resultado e o Vasco sem forças para tentar reagir.A partir de então, o Flamengo diminuiu o ritmo e assistiu ao desespero vascaíno, que buscava ao menos empatar a partida, principalmente com as investidas de Wangner Diniz e Edílson. Nas arquibancadas, a torcida flamenguista festejava a plenos pulmões, pouco se importando com a lentidão da partida.

Aos gritos de "vice de novo", a Nação Rubro Negra provocou o Vasco, o presidente vascaíno Eurico Miranda e deixou o estádio comemorando o sétimo título nacional do clube da Gávea - cinco Brasileiros e duas Copas do Brasil.



Foto: O Dia

A FESTA DA TORCIDA - inha, inha, bacalhau virou sardinha

A torcida do Flamengo tomou um porre de felicidade, sacudiu a poeira e enterrou o Vasco antes, durante e depois da decisão. E valeu todo o sacrifício para ver o Mengão bicampeão da Copa do Brasil. O paraibano João Batista Souza, de 37 anos, saiu bem cedo de São João de Meriti e, mesmo em cadeira de rodas, após pegar ônibus e metrô, foi sozinho pela primeira vez ao estádio.
Ficou encantado com a grandeza e a festa da torcida, riu do Homem Aranha rubro-negro, Vicente Alves, de 40 anos, que confeccionou com as próprias mãos um caixão estampando uma foto do presidente vascaíno, Eurico Miranda. “Tinha certeza do título, por isso vim pronto para a festa”, afirmou o cabeleireiro, que mora na Rocinha.

Fé que já demonstrava Neto Campos, 23, que saiu de Santa Bárbara, na Bahia, viajou 25 horas de carro e trouxe uma imagem de Nossa Senhora Aparecida, para abençoar o time. E não se arrependeu do sacrifício. “Vale tudo para ver o Mengão bicampeão”, garantiu.

Amor foi demonstrado pela torcida do Fla-Sampa, criada no famoso site de relacionamento Orkut, hoje com 785 membros. O grupo se reúne periodicamente em um bar da capital paulista para assistir aos jogos e comemorar as datas festivas do Rubro-Negro. O aniversário do clube, em novembro do ano passado, foi comemorado com bolo e muita cerveja.

Como a final da Copa do Brasil 200 membros foram para o maracá assisti segundo eles “o evento do ano para os rubro-negros, não bastava se encontrar no bar. A reunião da Fla-Sampa nesta quarta-feira será no próprio Maracanã, palco da decisão. Vários membros do grupo saíram logo cedo. Muitos de carro e ônibus. Outros 12 irão de avião, logo após o expediente.

Antes do fim do jogo, com os vascaínos já deixando o estádio, torcedores rubro-negros brigaram entre si, forçando a intervenção da Polícia Militar para separá-los. Alheios à confusão, os verdadeiros flamenguistas cantavam alto o hino do clube e gritavam com vontade o refrão ‘inha, inha, bacalhau virou sardinha’. E ainda ironizavam mais um vice do arqui-rival, além de soltar o grito de ‘campeão’, atravessado na garganta desde 2001


Foto: O Dia

A CAMPANHA DO FLA EM BUSCA DE SEU BI- CAMPEONATO

Primeira Fase22/02 - ASA 1 x 1 Flamengo 08/03 - Flamengo 2 x 1 ASA

Segunda Fase22/03 - ABC 0 x 1 Flamengo05/04 - Flamengo 4 x 0 ANC

Oitavas-de-final12/04 - Flamengo 5 x 1 Guarani 19/04 - Guarani 1 x 0 Flamengo

Quartas-de-final26/04 - Flamengo 4 x 1 Atlético-MG03/05 - Atlético-MG 0 x 0 Flamengo

Semiinal10/05 - Ipatinga 1 x 1 Flamengo18/05 - Flamengo 2 x 1 Ipatinga

Final19/07 - Flamengo 2 x 0 Vasco26/07 - Vasco 0 x 1 Flamengo


FICHA TÉCNICA DA GRANDE FINAL - VASCO 0 X 1 FLAMENGO

Local: estádio do Maracanã, no Rio de Janeiro (RJ)

Árbitro: Carlos Eugênio Simon (Fifa-RS)

Auxiliares: Aristeu Leonardo Tavares (Fifa-RJ) e Ednilson Corona (Fifa-SP)

Cartões amarelos: Valdir Papel (V), Wagner Diniz (V), Morais (V), Abedi (V), Toró (F), Luizão
(F), Renato Augusto (F), Fernando (F)

Cartão vermelho: Valdir Papel (V)

Gols: Juan, aos 28min do primeiro tempo

VASCO > Cássio; Wagner Diniz, Jorge Luiz, Fábio Braz e Diego; Ygor, Andrade (Abedi), Ramon (Valdiram) e Morais (Ernane); Valdir Papel e Edílson Técnico: Renato Gaúcho

FLAMENGO > Diego; Renato Silva, Fernando e Rodrigo Arroz; Leonardo Moura, Jônatas, Toró (Obina), Renato, Renato Augusto (Peralta) e Juan; Luizão (Léo) Técnico: Ney Franco

Público pagante: 45.459 Renda: R$1.291.695


Orkut: FLA-SAMPA
Comunidade de Leandro Ferracioli Acesso AQUI

Fontes: IG , globoesporte.com, Uol, Terra, JB on line, Lance.net


EDITORIAL ESPECIAL :

FLAMENGO BI CAMPEÃO DA COPA DO BRASIL :

Para todos os amigos do Blog "Rio que Amo 2"
Agradeço o carinho de hoje e de sempre deixo aqui minhas ....

"SAUDAÇÕES RUBRO-NEGRAS"

Ass: Rogério Moraes

quinta-feira, julho 13, 2006

Vago na Lua deserta das Pedras do Arpoador...


Foto: Eduardo Didonet

"Como no Arpoador não ver o Mar..."

O Arpoador possui 800 metros de extensão, a altura das ondas entre um e dois metros e encontra-se localizado entre o Forte de Copacabana e a Rua Francisco Otaviano com a Avenida Vieira Souto, e é famoso pela pedra que invade o Mar separando a Praia de Copacabana, de onde se tem uma das vistas mais bonitas do Rio de Janeiro: De um lado, as praias de Ipanema e do Leblon com o morro Dois Irmãos ao fundo; do outro, as praias do Diabo e Copacabana.

Além do visual e da praia, o Arpoador tem também um parque com muito verde onde os artistas brasileiros e internacionais fazem apresentações populares. O parque foi batizado de Garota de Ipanema, em homenagem à famosa música de Tom Jobim e Vinicius de Moraes, cariocas por excelência e possui quadras de esporte, pistas de skate e anfiteatro.



SURF NO ARPOADOR

Foto: Autor Desconhecido

Berço do surfe

Desde a década de 50, as ondas do “Arpex”, como é conhecida a praia do Arpoador entre a galera do surf, já eram rasgadas por surfistas e bodysurfers (surfistas de peito). Foi ali que surgiram grandes nomes do esporte e que influenciaram várias gerações.

Em 1964, Peter Troy, surfista californiano chegou ao Rio de Janeiro com a primeira pranchar de Fibra e impressionou um grupo que surfava as ondas do Arpoador com pranchas de madeirite, que tinham desenhos e concepção totalmente brasileiros. Um detalhe interessante a respeito dessas pranchas é que era necessário a utilização de nadadeiras para pegar as ondas, pois não tinham uma boa flutuação.

Os primeiros campeonatos, a evolução das pranchas, a moda e o estilo próprio do surfista, as roupas coloridas, muitas coisas nasceram no Arpoador, em uma época em que era proibido surfar.

Entre os pioneiros estão Paulo Preguiça, Luiz Bisão Vital, Irencyr Beltrão, Paulo Bibliano, Arduino Colassanti. Estes influenciaram uma legião de surfistas que fizeram e ainda fazem a história no esporte.


Hoje o Surfe encorporou na alma do Sufista Carioca ao ponto de alguns trocarem o dia pela noite. Este é o segredo para quem deseja muita adrenalina e pouca concorrência pelas melhores ondas. No lugar do sol um enorme refletor posicionado na Pedra do Arpoador, Mar vazio e o friozinho na barriga causado pelo nervosismo são os motivos que dão o impulso para que os atletas consigam descer nas ondas da noite.


O CIRCO VOADOR NO ARPOADOR

Foto: Circo Voador no Arpoador em 1982

O Circo Voador na Praia do Arpoador no verão de 1982, um marco definitivo na arte e na cultura brasileira.

Em 15 de janeiro de 1982 o Circo Voador era Inaugurado ao lado da famosa pedra e do que é hoje o Parque Garota de Ipanema ao lado da Praia do Arpoador. Com um Show de Caetano Veloso para 500 pessoas, e encerrou suas atividades dois meses depois, em 30 de março devido a vizinhança que sentia-se incomodada com o barulho e fez com que o prefeito da época Júlio Coutinho cancela-se a licença do circo voador.

Além de abrigar uma concorrida programação musical, o Circo Voador oferecia cursos de teatro, oficinas de dança, batizados de capoeira e até uma creche. O espaço serviu de celeiro para uma talentosa geração de artistas. Cazuza e Bebel Gilberto faziam parte do grupo Pára-Quedas do Coração, dirigido por Perfeito Fortuna. Andréa Beltrão e Débora Bloch freqüentavam o grupo Manhas e Manias, de José Lavigne.

Pedro Cardoso, o Agostinho de A Grande Família, operou canhão de luz para o espetáculo da trupe. Sob a lona do Circo nasceu a Blitz, com Lobão na bateria, surgiu o Barão Vermelho, de Cazuza e Frejat, e o novo rock brasileiro tomou enorme impulso.

A lona foi comprada com o dinheiro arrecadado com a venda de 6.000 camisetas", conta. A irreverência foi outra característica marcante. A inauguração foi comemorada com um animadíssimo desfile pelas ruas de Ipanema, com a presença de Débora Bloch, Regina Casé, Débora Colker, Andréa Beltrão e Luís Fernando Guimarães. "Seguimos pela contramão da Vieira Souto cantando um samba-enredo da Portela", recorda Evandro Mesquita, da Blitz.

O Espetáculo Musical dos Musicais, com músicas compostas para o teatro interpretadas por Caetano Veloso, Chico Buarque, Gilberto Gil, Fernanda Montenegro e por uma dezena de outros atores e cantores, encerrou a primeira encarnação do Circo.

O Circo Voador do Arpoador foi produzido sem nenhum apoio de grana e sim movido a paixão. A mola propulsora foi a paixão. E o eixo da história toda foi o Perfeito Fortuna. O circo surgiu com e através dele.



Foto: Autor Desconhecido

O ARPOADOR HOJE

A Praia não perdeu o seu charme e quando se menos espera é noticia com algum acontecimento surpreendente como a visita de pingüins da Patagônia, uma capivara, e sabe-se lá mais o que...

A Água que chega às pedras no Arpoador hoje tem um tom azulado. E quando a espuma das ondas se vai, vê-se o fundo de areia clara, e até pequenos cardumes. Ao realizar um mergulho de pouco mais de meia hora, dá para ver as mais variadas formas e cores do fundo do mar, como o peixe-trombeta, o peixe-porco e diferentes espécies de baiacu camuflado na paisagem até parece um peixe-pedra.


Debaixo d'água, a visibilidade é de mais de dez metros em uma parte rasa, bem acima da média. Isso costuma acontecer no início do outono, período de pouca chuva e de correntes que trazem água limpa do alto mar.

Em 06/03/2005 o Jornal o Globo publicou uma pesquisa da *DataGols/UniCarioca sobre o Melhor da Cidade Maravilhosa para o Carioca, e para quem morar na cidade e o resultado é a Pedra do Arpoador encontrava-se no top 3 .

33,78% O Povo Carioca, e as pessoas que nela vivem
32,23% As Praias Cariocas
12,14% Simplesmente o Pôr-do-Sol no Arpoador*

Fonte desta Pesquisa: *O Globo 06/03/05


ARPOADOR EM MUSICA * Existem mais de 30 Musicas
*Trechos de algumas musicas encontradas no Site Vagalume.

Malibu - Nas Boas
“Agora eu vou só nas boas Vou ver o Malibu tocar À noite vou beijar na boca Na praia do Arpoador, um luau”

Joah – Dilema
“A lua que eu encomendei Apareceu e brilhou Mas o sonho que eu sonhei Deixei no arpoador“

Leandro Lehart - Arpoador by (leandro Lehart)
“Quero ver o sol do arpoador Todo brilho desse calor Colorir o céu do Brasil”

Skank - Te Ver by Samuel Rosa / Lelo Zanetti / Chico Amaral
“É como não sentir calor em Cuiabá Ou como no Arpoador não ver o mar”

Cazuza - Faz Parte Do Meu Show
“Vago na lua deserta das pedras do Arpoador”

Zezé Di Camargo & Luciano - Menino cantador
“Sou a brisa da manhã na pedra do arpoador”

Pepeu Gomes - Uma História De Amor
“Fala, amor É de madrugada No Arpoador O nosso amor vai raiar”



Linhas de ônibus que passam pelo Arpoador

-Ligação Centro/Zona oeste, passando pela Avenida Vieira Souto, Rua Francisco Otaviano e Avenida Atlântica , as linhas especiais 1134(Castelo- Campo Grande) e 1135(Castelo-Base Aérea DE Santa Cruz);

-Ligação Centro/Barra da Tijuca ,passando pela Avenida Vieira Souto, Rua Francisco Otaviano e Avenida Atlântica ,a linha especial 1133(Barra Sul-Castelo);

-Zonas Oeste e Norte, dos subúrbios e do Centro. linhas 121(Central-Copacabana),126 (Rodoviária-Copacabana),382 (Castelo- Grota Funda), 413 (Muda-Copacabana), 455 (Méier-Copacabana), 484 (Olaria-Copacabana), 557 (Copacabana-Itanhangá) e linha especial, com ar condicionado, 2018 (AIRJ- São Conrado).


A Pedra do Arpoador, tem esse nome devido um pequeno promontório sobre o qual os indígenas nativos pescavam utilizando Arpões (sendo arpoador o homem que lança um arpão).

Provavelmente se você não conhece o Arpoador acredita que essa admiração seja um exagero da minha parte, agora no mínimo ficará muito curioso em conferi essa maravilha de perto para tirar suas próprias conclusões enquanto isso não é possível faça uma visita virtual AQUI.

Fontes desta Matéria: Site Tila Turismo, Meio Ambiente.Pro, RJ TV On Line, Veja Rio on line, JB On Line , lami.pucpr.br, Surfcore.com.br

EDITORIAL

Esse é o meu lugar no Rio de Janeiro Amo essa paisagem. Sempre que posso vou para refleti sobre minha vida, Pois aqui existe muita harmonia... Na Pedra Já vi arco-íris, Lua cheia com direito a vários casais de namorados só ouvindo o som da natureza, da água batendo nas pedras.

Agora imagina ficar olhando pessoas bonitas e felizes passeando de mãos dadas na areia, de bicicleta na ciclovia, mãos dadas no calçadão, olhando os casais de velhinhos nos bancos abraçados fazendo cafuné um no outro, isso sem falar que no Verão o fim de tarde (com direito a horario de Verão) a galera aplaudi o espetaculo da natureza o por do sol.

Muito legal não é? Parece até cena de Novela das 20 h ou do Filme Bossa Nova, mais é real e acontece no Arpoador... Valeu pela visita deixe um comentário e até a próxima... Um Abraço